Projeto Rondom

Educar e instruir


O maior movimento voluntário do país

Bagagem de conhecimento e gratidão

Depois de 15 dias de partilha de conhecimento e muita aprendizagem, os 190 rondonistas voltaram para suas casas. No dia 29 de julho, dia do encerramento da operação, o grito de “Eu não vou embora” ecoou no auditório da Faculdade de Ciências Sociais de Guarantã do Norte (Uniflor). A volta foi inevitável, mas a vontade de partilha fica no coração de cada rondonista.

Brenda Maria Mendes Cruz, rondonista da Unifenas - BH, que desenvolveu oficinas no Distrito de Cachoeira da Serra - Pará, volta satisfeita por saber que contribuiu para a mudança no lugar, mas também que levou muito de lá. “Chego em casa cheia de gratidão no coração porque pude aprender muito mais do que me doei. Desde pequena escuto uma frase e ela resume isso tudo: Saudade, é o amor que fica!”

A rondonista Fernanda Sanches Busch, da UTFPR/PB, que desenvolveu suas oficinas no município de Itaúba, avalia que voltou para casa com uma bagagem de conhecimento ainda maior. “Eu trouxe uma Fernanda mais humana, mais solidária. Voltar para casa, me fez ver o quanto todo o esforço valeu a pena, e o coração apertado de saudade mostra isso muito bem.”

“A melhor palavra para descrever agora é ‘Gratidão’”. Afirma o rondonista André Canali Pereira, da UNESC - ES, que desenvolveu suas atividades no município de Paranaíta. “Sou grato tanto às pessoas da cidade que nos acolheu, por poder levar um pouco do que sei para elas, mas, principalmente, grato por tudo que recebi delas.”

O boeing C-767 da Força Aérea pousou mais uma vez na base da Serra do Cachimbo para os 190 rondonistas embarcarem de volta às suas casas. Com pousos em Brasília, Curitiba, Campinas e Rio de Janeiro, aos poucos os rondonistas foram se despedindo dos amigos que fizeram e voltaram para suas casas.

 

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