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Exército apoia oficinas do Projeto Rondon no Espírito Santo

A Operação Itapemirim está chegando ao final e, durante todos os dias de trabalho, o 38º Batalhão de Infantaria, sede do Projeto Rondon no Espírito Santo, deu apoio aos rondonistas. O suporte foi realizado através de fornecimento de pessoal, de participação em oficinas e da logística.

Na última quarta-feira (27), a Major Isabel Delgado, do 38º Batalhão de Infantaria, esteve no distrito de Castelinho, em Vargem Alta, para acompanhar o dia de atividades. A oficial, que tem formação na área de medicina, participou de palestra sobre saúde sexual realizada com adolescentes e com crianças. Para a médica, “os rondonistas estão preparados para conversar com os estudantes no nível que as crianças e adolescentes conseguem entender”.

Os rondonistas realizaram, em Castelinho, oficinas de contação de histórias, direitos da criança e do adolescente, reaproveitamento integral de alimentos e compostagem. Em Vargem Alta, atuam alunos e professores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e da Universidade Santa Cecília (Unisanta), de São Paulo.

Após 10 dias trabalhando no município capixaba, o professor rondonista da Unisanta, Daniel Siquieroli, avalia que os estudantes foram desafiados nas atividades propostas pelo alto nível de conhecimento do público atendido. “Isso foi uma grande lição, pois em várias ocasiões eles tiveram que sair da sua zona de conforto”, explica Siquieroli.

Para a Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Vargem Alta, Marilza Silveira Fim, a interação dos moradores do município com os rondonistas foi muito válida. “Nós vamos levar do Rondon experiências que com certeza mudarão e serão referência em nossas profissões e no nosso cotidiano”.

No que se refere à interação, a Major Isabel Delgado conta que ficou surpresa com a identificação que as crianças têm com a figura do rondonista e do militar. “Várias meninas me chamaram para saber o que é necessário para entrar no exército”, conta. A oficial relata ainda que, pelo fato de ser médica, vários estudantes foram conversar, após a oficina, para tirar dúvidas pessoais ligadas à área de saúde.

 

Texto: Fernanda Penteado

Foto: Nathasja Rotter

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